segunda-feira, outubro 26, 2020
Educação

Programas de Bolsas de Estudos aceitam nota do Enem?

Todos aqueles estudantes Brasileiros que estão concluindo ou já concluíram o Ensino Médio pretendem participar do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e buscam sempre conseguir tirar uma boa nota nesse tão importante processo de seleção. Portanto é sempre bom começar a praticar os seus estudos desde cedo para conseguir estar totalmente preparado no dia do Exame. E assim, poder realizar a inscrição Prouni 2020. É interessante lembrar que para participar do Enem, o candidato deve estar obrigatoriamente concluindo o Ensino Médio e também aqueles que já concluíram. Caso o estudante não atenda a essa exigência, a prova do Exame Nacional do Ensino Médio servirá apenas como um teste para que pelo menos o interessado adquira experiência para obter uma base quando chegar a sua hora de realizar o exame. A realização do exame dará a chance de participação em programas de bolsas de estudos como é o caso do Prouni 2020.

Não deixe de estar acessando o site para conferir o dia em que serão abertas as inscrições para a prova e caso a mesma já tenha ocorrido, os candidatos que a fizeram deverão ficar atentos a divulgação do gabarito ENEM. Continue a leitura do artigo logo abaixo para entender melhores informações a respeito do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para todos (Prouni). O Prouni se trata de um programa criado pelo MEC (Ministério da Educação) e que tem o objetivo de disponibilizar bolsas de estudos em Universidades de Ensino Superior particulares para aqueles estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio. A inscrição do Prouni iniciativa do Governo Brasileiro veio para beneficiar todas aquelas pessoas que sonham em participar de alguma universidade quando concluírem o colegial e não tinham condições financeiras para isso. Portanto você deve se dedicar bastante aos estudos para que não perca essa grande oportunidade de adentrar em uma boa Faculdade.

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Variedades

Vale a pena pagar o imposto em cota única?

IPVA PR – O IPVA tem como fato gerador a propriedade do veículo automotor, incidindo também sobre embarcações e aeronaves. Os contribuintes deste imposto são os proprietários de veículos automotores. A alíquota utilizada como referência é determinada por cada governo estadual, com base em critério próprio.

A base de cálculo é o valor venal do veículo, estabelecido pelo Estado que cobra o referido imposto. Em 2005, a maior alíquota era do IPVA Paraná, com 4% sobre o valor venal do veículo sendo que outros estados têm sua alíquota variando entre 1% e 3%.

As alíquotas do imposto permanecem inalteradas, onde os proprietários de veículos movidos a gasolina e os bicombustíveis recolherão 4% sobre o valor venal. Veículos que utilizam exclusivamente álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, têm alíquota de 3%, as picapes cabine dupla pagam 4%.

Os utilitários de cabine simples, ônibus, micro-ônibus, motocicletas, motonetas, quadriciclos e similares recolhem 2% sobre o valor venal, os caminhões pagam 1,5%.

Você que é proprietário de veículo automotor de qualquer espécie, acompanhe nossos artigos abaixo e acabe com todas as dúvidas sobre o IPVA. Confira já!

Se você reside no estado de Minas Gerais, confira aqui o IPVA 2020 MG.

A alíquota do IPVA 2019 PR veio sofrendo algumas alterações até chegarem a um consenso de como realizar o cálculo do imposto. Confira a abaixo as alíquotas cobradas em cada situação:

  • 0,5% para veículos destinados exclusivamente à locação, de propriedade de pessoa jurídica com atividade de locação devidamente comprovada nos termos da legislação aplicável, ou na sua posse em virtude de contrato formal de arrendamento mercantil ou propriedade fiduciária;
  • 1% para caminhões, caminhões e veículos de transportes de passageiros a taxímetro pertencentes a pessoas jurídicas, e veículos que utilizem gás natural ou energia elétrica;
  • 2% para ônibus, micro-ônibus, motocicletas, ciclomotores e automóveis movidos a álcool;
  • 3% para automóveis de passeio e camionetas bicombustíveis, movidos a álcool e/ou gasolina, e utilitários;
  • 4% para automóveis de passeio e camionetas, os automóveis bicombustíveis, veículos de procedência estrangeira e todos os demais não mencionados acima.
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Variedades

Novo rótulo de droga abortiva pode desfazer leis estaduais

A agência federal de Washington acaba de aprovar um novo rótulo para um medicamento comum de indução de aborto que vai minar restrições sobre o aborto e a medicação passará por vários estados.

As mulheres agora serão capazes de tomar a droga/remédio mais tarde em uma gravidez e com menos visitas do que o necessário aos consultórios médicos.

A Food and Drug Administration (FDA) notificou o fabricante do medicamento Mifeprex em uma carta na terça-feira. O comunicado anunciava que a droga é segura e eficaz para interromper uma gravidez, de acordo com a nova classificação. Também conhecida como a mifepristona, a droga é utilizada em combinação com outra droga, o misoprostol, para dar fim a uma gravidez.

Enquanto provedores de aborto na maioria dos estados já estão utilizando o protocolo delineado no novo rótulo, as leis vigentes em Ohio, Dakota do Norte e Texas proíbem o uso da droga e provedores de aborto obrigatórios ainda aderem ao protocolo mais antigo, aprovado em 2000. Leis semelhantes em Arizona, Arkansas e Oklahoma devem esperar ordens pendentes legais sobre o assunto.

De acordo com a nova etiqueta, uma dose menor de mifepristona pode ser utilizadas até 70 dias após o início do último período menstrual, em vez do limite de 49 dias, com efeito do rótulo antigo. Além disso, a segunda droga pode ser tomada pela mulher em casa, e ela não será obrigada a administrar e acompanhar o processo em uma clínica.

Defensores que defendem o direito do aborto esperam a aprovação m Ohio, Dakota do Norte e Texas para começar a administrar os medicamentos de acordo com o novo rótulo dentro dos próximos dias.

Randall O’Bannon, diretor de pesquisa do grupo anti-aborto Nacional Direito à Vida, disse que os abortos induzidos por medicamentos ainda são perigosos e têm levado a pelo menos 14 mortes e milhares de feridos. Ele diz que os novos protocolos servem principalmente os interesses da indústria do aborto, aumentando a sua margem de lucro, exigindo uma dose menor do fármaco e reduzindo o nível de pessoal que é necessário para se dedicar ao paciente.

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