segunda-feira, julho 15, 2019
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Vale a pena pagar o imposto em cota única?

IPVA PR – O IPVA tem como fato gerador a propriedade do veículo automotor, incidindo também sobre embarcações e aeronaves. Os contribuintes deste imposto são os proprietários de veículos automotores. A alíquota utilizada como referência é determinada por cada governo estadual, com base em critério próprio.

A base de cálculo é o valor venal do veículo, estabelecido pelo Estado que cobra o referido imposto. Em 2005, a maior alíquota era do IPVA Paraná, com 4% sobre o valor venal do veículo sendo que outros estados têm sua alíquota variando entre 1% e 3%.

As alíquotas do imposto permanecem inalteradas, onde os proprietários de veículos movidos a gasolina e os bicombustíveis recolherão 4% sobre o valor venal. Veículos que utilizam exclusivamente álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, têm alíquota de 3%, as picapes cabine dupla pagam 4%.

Os utilitários de cabine simples, ônibus, micro-ônibus, motocicletas, motonetas, quadriciclos e similares recolhem 2% sobre o valor venal, os caminhões pagam 1,5%.

Você que é proprietário de veículo automotor de qualquer espécie, acompanhe nossos artigos abaixo e acabe com todas as dúvidas sobre o IPVA. Confira já!

Se você reside no estado de Minas Gerais, confira aqui o IPVA 2019 MG.

A alíquota do IPVA 2019 PR veio sofrendo algumas alterações até chegarem a um consenso de como realizar o cálculo do imposto. Confira a abaixo as alíquotas cobradas em cada situação:

  • 0,5% para veículos destinados exclusivamente à locação, de propriedade de pessoa jurídica com atividade de locação devidamente comprovada nos termos da legislação aplicável, ou na sua posse em virtude de contrato formal de arrendamento mercantil ou propriedade fiduciária;
  • 1% para caminhões, caminhões e veículos de transportes de passageiros a taxímetro pertencentes a pessoas jurídicas, e veículos que utilizem gás natural ou energia elétrica;
  • 2% para ônibus, micro-ônibus, motocicletas, ciclomotores e automóveis movidos a álcool;
  • 3% para automóveis de passeio e camionetas bicombustíveis, movidos a álcool e/ou gasolina, e utilitários;
  • 4% para automóveis de passeio e camionetas, os automóveis bicombustíveis, veículos de procedência estrangeira e todos os demais não mencionados acima.
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Entenda agora tudo sobre o Detran do Minas Gerais

Detran MG – Para quem já possui um veículo próprio, deve estar acostumado com a rotina anual de impostos que devem ser pagos. Temos o IPVA, Licenciamento, Seguro DPVAT e uma série de outros custos que recaem sobre todo proprietário de veículos automotores que circulam por vias terrestres.

Para facilitar a vida dos contribuintes, o Detran de Minas Gerais oferece uma série de ferramentas e recursos que podem ser acessados por qualquer um que tenha acesso à alguma rede de internet.

É possível consultar multas, tirar segunda vias de documentos importantes como a CNH, além de obter um monte de informações importantes, como verificar a situação legal de um veículo. Caso você esteja procurando ajuda em algum serviço específico no site do Detran MG, como por exemplo o DPVAT MG, o artigo abaixo ajudará bastante.

Como acessar o site do Detran MG

Há duas formas de acessar o site Detran Minas Gerais, portanto acompanhe logo abaixo onde falaremos os meios mais comuns de serem utilizados:

  • 1ª forma: Abra o seu navegador e digite o seguinte endereço: “www.detran.mg.gov.br“, e aperte a tecla enter. Dentro de poucos segundos a página carregará e você terá acesso a todo conteúdo do portal.
  • 2ª forma: abra o Google e no campo de buscas, digite “acessar detran MG” e clique no primeiro resultado que aparecer. Em alguns segundos o site abrirá para você.

Consultar multas no Detran MG

Para consultar as multas relacionadas a um veículo e a situação geral do mesmo, o usuário deverá acessar a página: www.detran.mg.gov.br.

Já dentro da plataforma online do Detran Minas Gerais, basta inserir o número Placa e o Renavam do veículo que deseja consultar. Depois, clique em ok para o sistema realizar a busca.

Em poucos minutos, o usuário terá acesso a todas as multas recebidas no veículo consultado, contando inclusive com informações das infrações, como horário, local e a gravidade da infração cometida.

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Novo rótulo de droga abortiva pode desfazer leis estaduais

A agência federal de Washington acaba de aprovar um novo rótulo para um medicamento comum de indução de aborto que vai minar restrições sobre o aborto e a medicação passará por vários estados.

As mulheres agora serão capazes de tomar a droga/remédio mais tarde em uma gravidez e com menos visitas do que o necessário aos consultórios médicos.

A Food and Drug Administration (FDA) notificou o fabricante do medicamento Mifeprex em uma carta na terça-feira. O comunicado anunciava que a droga é segura e eficaz para interromper uma gravidez, de acordo com a nova classificação. Também conhecida como a mifepristona, a droga é utilizada em combinação com outra droga, o misoprostol, para dar fim a uma gravidez.

Enquanto provedores de aborto na maioria dos estados já estão utilizando o protocolo delineado no novo rótulo, as leis vigentes em Ohio, Dakota do Norte e Texas proíbem o uso da droga e provedores de aborto obrigatórios ainda aderem ao protocolo mais antigo, aprovado em 2000. Leis semelhantes em Arizona, Arkansas e Oklahoma devem esperar ordens pendentes legais sobre o assunto.

De acordo com a nova etiqueta, uma dose menor de mifepristona pode ser utilizadas até 70 dias após o início do último período menstrual, em vez do limite de 49 dias, com efeito do rótulo antigo. Além disso, a segunda droga pode ser tomada pela mulher em casa, e ela não será obrigada a administrar e acompanhar o processo em uma clínica.

Defensores que defendem o direito do aborto esperam a aprovação m Ohio, Dakota do Norte e Texas para começar a administrar os medicamentos de acordo com o novo rótulo dentro dos próximos dias.

Randall O’Bannon, diretor de pesquisa do grupo anti-aborto Nacional Direito à Vida, disse que os abortos induzidos por medicamentos ainda são perigosos e têm levado a pelo menos 14 mortes e milhares de feridos. Ele diz que os novos protocolos servem principalmente os interesses da indústria do aborto, aumentando a sua margem de lucro, exigindo uma dose menor do fármaco e reduzindo o nível de pessoal que é necessário para se dedicar ao paciente.

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